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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Violência calma, quero viver.








Violência calma, quero viver.





No meio de tanta violência que vivemos onde vidas se apagam cada minuto por todos os lugares como se fosse uma terrível guerra.
Ainda temos de conviver com o constante perigo nas ruas e estradas que mais se parecem bocas grandes famintas a nos engolir em cada curva, como um monstro de varias cabeças.

Valei-nos Jorge!

Cada dia praticamos a pior contabilidade que se pode aprender, entre mortos e feridos não se salvou ninguém e assim vamos chorando, pedindo justiça, como se estes homens aqui da terra pudessem realmente fazê-la ou mesmo nos dar o que eles não entendem e nem se interessam.
Pedimos calma a violência, mas nãos ouvem,estão surdos.
Gritamos que o perigo esta ali na frente em cada curva e esquina, mas como cegos não podem ver, que a cada ato de irresponsabilidade ficam famílias enlutadas, chorando pelos cantos, espalhando sua dor, revirando as lembranças de seus entes mais queridos, que nunca mais verão, ou poderão tocar a face como um ultimo momento. Esta dor não cala.
Violência acalme meu peito já não agüenta esta tormenta, que você loucamente implanta em nossos corações.

Eu digo: Basta!



Mais um grito de apoio à querida Lisette Feijó  do Blog ONG ALERTA, na sua luta implacável, incansável e constante de conscientização pela não violência no transito com dados e fatos reais.
A foto ilustrativa é uma campanha da Paz no Transito lançada em Salvador-BA, onde fizeram uma cruz com veículos danificados em acidentes. De outra vez este mesmo grupo espalhou ao longo da avenida mais violenta, que dá a cesso às praias e aeroporto, vários carros destruídos por acidentes borrifados com tinta vermelha, causando um impacto terrível. Mas ainda assim, o numero é crescente principalmente nos fins de semana, de muito sol, praia, cerveja e velocidade.



Que Deus nos proteja e sejamos blindados.


Toninho
19/02/2011



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Verdade da poesia







Foto Cruzeiro do Pico do Amor-Itabira.


 

Verdade da poesia.

Se meus versos carregam tristeza
Não traduzem minha verdade
Se oculto sentimentos com sutileza
Neles coloco minha cumplicidade

Que poder tem a poesia se não sangrar?
Sentimentos adormecidos embalados
Em papeis empoeirados dos cuidados
Que a boca cisma em não declarar?

Vive o poeta esta dualidade
De escrever o que sente e não mente
Aos olhos da complexidade

Se os versos não levam realidade
Ficam nas entrelinhas certamente
Sentimentos de indivisibilidade.



No video/som  relembro com saudades de um tempo feliz de idade
quando as musicas embalavam minha vida e noites lá naquela pequena cidade do interior de Minas, Itabira, que tantas saudades encrava no meu peito. Fico ao som dos poemas musicados de Cecilia Meireles(Motivo) e Traduzir-se de Ferreira Gullar.

Toninho
14/02/2011.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Compasso do que faço.
























No meio do mato
Na relva que faço
Nos sonhos que passo
Há um corpo neste espaço
Que me deixa aos pedaços
Quando pela manhã adormeço morto de cansaço.

No mato com um compasso
 Refaço este nosso espaço
 Como se nossas vidas fossem este laço
Armadilha do meu corpo no seu abraço

É no regaço deste colo que me enrolo
Entrego meus sonhos no prumo me refaço
Num só passo que por vezes enlaço seu coração
Na batida silente e cadenciada de eterna namorada.
Que não sabendo meus medos me ama em segredos
E no meu (en) canto solto minhas emoções.


Toninho
09/02/2011