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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Clausura



Ponteiros lentos na demora,
Morre o dia na eternidade.
Quanto custa esta liberdade,
Do pobre inocente que chora.

Quem vive num isolamento,
Que tanto dilacera o coração,
Sofre numa maldita reclusão,
Solidão plena em sofrimento.

Ainda recluso pela dislexia,
Persevera-se na inspiração,
Constrói versos faz poesia.

Quando vem o dia o clarão,
Range grades em melodia,
Sopra o poema na opressão.


Toninho
16/01/2014.

"Eu sou como a borboleta,
tudo que eu penso é liberdade,
não quero ser maltratado,
nem exportado deste meu chão"
                                                 Benito de Paula.

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Estive lendo uma postagem "Mulheres no seu tempo" e como ilustração um vídeo muito interessante História das Mulheres, que lhe convido a ler e assistir aqui: pensandoemfamilia
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Nos teus olhos.


Quando os meus nos teus
Brilham como joia rara.
Minha calma.

Sei dos teus doces lábios,
Toca-los é girar no meu eixo.
Corpos em ignição.

Vejo deuses em sentinelas
Com seus arcanjos e serafins.
Há fé e guarda.

Vivo num transe,
E piso nos espinhos do caminho,
Não sinto a dor.

Brota uma linda flor,
Nas poças de sangue do caminho.
Sobra amor na dor.

Quando o dia amanhece,
O beija-flor baila para a flor,
Suga toda a dor.

Então asas douradas
Sincronizam voo para o infinito,
O teu olhar acalma.

Toninho
05/02/2014.
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Uma bela semana a todos vocês, que a paz seja possível em cada dia seguida da alegria no seu coração. Viver é crer nesta condição.